Neste local nasceram estrelas e desceram ao mar, embalaram-me nas ondas para que eu pudesse sonhar. Criaram marés para eu acordar do sonho e iluminaram o meu caminho para não me perdesse.
Foram senhoras dos marinheiros e daqueles que não ousaram partir, foram guerreiras passivas que lutavam para me ouvir... Foram estrelas do mar como alguém que me afaga o cabelo nos meus sonhos até eu acordar... e é mesmo por isso que ...

Gosto de ti estrela do mar...


terça-feira, 27 de novembro de 2007

Outono de sabores desiguais…

Outono de cores quentes e molhadas, Outono de sombras largas cansadas.
Outono de chuvas frias que entram em todo o lugar, Outono que mostra de mãos vazias estar.
Outono pulsante das ruas da avenida e nos becos em seu redor, Outono centrado em tanta gente e sem um só senhor.
Outono de sabores doces diferentes… Outono de sabores desiguais…

terça-feira, 9 de outubro de 2007

The coulor of his dreams...

O novo álbum de David Fonseca já esta à venda! Dirijam-se a Fnac mais próxima e deliciem-se com "Dreams In Colour".


“Dreams in Colour” é constituído por 10 faixas: “Superstars”, "4th Chance", "Kiss Me, Oh Kiss Me", "Silent Void", "This Wind, Temptation", "I See The World Through You", "This Raging Light", "Feet On Stones" e “Rocket Man”.


Segundo David Fonseca “Este é um disco mais nervoso, mais eufórico, com os altos e baixos que caracterizam qualquer euforia. Costumo falar nele como uma espécie de viagem ao meu novo mundo, cheio de novas descobertas e surpresas, talvez por sentir que a minha música está cada vez mais próxima do que vejo e do que sinto.”



Aqui fica o videoclip da música Superstars II. Uma pequena amostra do que se pode encontrar neste disco.


quarta-feira, 19 de setembro de 2007

melancolia ataca...

lembram-se vós dos ancianos filmes indianos onde o amor sempre triunfava? aqueles grandes exitos que toda a gente possuia? pois aqui está um excerto de um (versão dos nosso dias claro)




pode ver mais sobre o filme aqui.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Uma questão para responderes...

Quero ter a certeza do que sou.
Quero ser tudo e quero ser todos.
Quero ser aquilo que virá e quero ser aquilo que já veio.
Quero ser capitão do meu navio e piloto do meu avião.
Quero ser dono de tudo e quero ser dono de nada.
Quero prender-me a algo e quero não ter amarras nenhumas.
Quero ter o poder de criar e quero não ter o poder de destruir.
Quero ser feliz e quero não ser miserável.

Quero porque quero e quero porque devo.

Quero ter o direito a querer...”



Todos temos o direito, todos temos um gosto, ou um objectivo.
Em suma todos temos algo que queremos, e devemos querer, isso é completamente obrigatório. Quer seja uma pequena coisa como um rebuçado ou algo gigante como um casarão, são esses “quereres” os impulsionadores dos movimentos do mundo.
E tu sabes o que queres?
Tens o que queres presente em todos os momentos? Ou então segues ao sabor do momento?
Mesmo que sigas ao sabor do momento estas a seguir o que queres...


Mas agora e o que é que verdadeiramente queres? Qual é o teu maior “QUERO” de todos?

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

meu velho caderno

Oh meu velho caderno que conduzes a minha caneta por ti
escreves sozinho no teu corpo marcando-te de sinfonias e sinais, marcas gravadas de muitas cores e gravadas de sabores. tu que contas do mundo enquanto o mundo to conta a ti, só a ti....

oh meu velho caderno que conduzes a minha caneta por ti
relatas mistérios banais e verdades artificiais, relatas sem um som deixares escapar. tu que escreves sozinho coisa que eu nunca vi...

oh... meu velho caderno

A origem da "Estrela do mar"... de Jorge Palma

Numa noite em que o céu tinha um brilho mais forte
e em que o sono parecia disposto a não vir
fui estender-me na praia sozinho ao relento
e ali longe do tempo acabei por dormir

Acordei com o toque suave de um beijo
e uma cara sardenta encheu-me o olhar
ainda meio a sonhar perguntei-lhe quem era
ela riu-se e disse baixinho: estrela do mar

Sou a estrela do mar
só a ele obedeço, só ele me conhece
só ele sabe quem sou no princípio e no fim
só a ele sou fiel e é ele quem me protege
quando alguém quer à força
ser dono de mim

Não sei se era maior o desejo ou o espanto
mas sei que por instantes deixei de pensar
uma chama invisível incendiou-me o peito
qualquer coisa impossível fez-me acreditar

Em silêncio trocámos segredos e abraços
inscrevemos no espeço um novo alfabeto
já passaram mil anos sobre o nosso encontro
mas mil anos são pouco ou nada para a estrela do mar