Oh meu velho caderno que conduzes a minha caneta por ti
escreves sozinho no teu corpo marcando-te de sinfonias e sinais, marcas gravadas de muitas cores e gravadas de sabores. tu que contas do mundo enquanto o mundo to conta a ti, só a ti....
oh meu velho caderno que conduzes a minha caneta por ti
relatas mistérios banais e verdades artificiais, relatas sem um som deixares escapar. tu que escreves sozinho coisa que eu nunca vi...
oh... meu velho caderno
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
meu velho caderno
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