lembram-se vós dos ancianos filmes indianos onde o amor sempre triunfava? aqueles grandes exitos que toda a gente possuia? pois aqui está um excerto de um (versão dos nosso dias claro)
pode ver mais sobre o filme aqui.
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
melancolia ataca...
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Uma questão para responderes...
“Quero ter a certeza do que sou.
Quero ser tudo e quero ser todos.
Quero ser aquilo que virá e quero ser aquilo que já veio.
Quero ser capitão do meu navio e piloto do meu avião.
Quero ser dono de tudo e quero ser dono de nada.
Quero prender-me a algo e quero não ter amarras nenhumas.
Quero ter o poder de criar e quero não ter o poder de destruir.
Quero ser feliz e quero não ser miserável.
Quero porque quero e quero porque devo.
Quero ter o direito a querer...”
Todos temos o direito, todos temos um gosto, ou um objectivo.
Em suma todos temos algo que queremos, e devemos querer, isso é completamente obrigatório. Quer seja uma pequena coisa como um rebuçado ou algo gigante como um casarão, são esses “quereres” os impulsionadores dos movimentos do mundo.
E tu sabes o que queres?
Tens o que queres presente em todos os momentos? Ou então segues ao sabor do momento?
Mesmo que sigas ao sabor do momento estas a seguir o que queres...
Mas agora e o que é que verdadeiramente queres? Qual é o teu maior “QUERO” de todos?
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
meu velho caderno
Oh meu velho caderno que conduzes a minha caneta por ti
escreves sozinho no teu corpo marcando-te de sinfonias e sinais, marcas gravadas de muitas cores e gravadas de sabores. tu que contas do mundo enquanto o mundo to conta a ti, só a ti....
oh meu velho caderno que conduzes a minha caneta por ti
relatas mistérios banais e verdades artificiais, relatas sem um som deixares escapar. tu que escreves sozinho coisa que eu nunca vi...
oh... meu velho caderno
A origem da "Estrela do mar"... de Jorge Palma
Numa noite em que o céu tinha um brilho mais forte
e em que o sono parecia disposto a não vir
fui estender-me na praia sozinho ao relento
e ali longe do tempo acabei por dormir
Acordei com o toque suave de um beijo
e uma cara sardenta encheu-me o olhar
ainda meio a sonhar perguntei-lhe quem era
ela riu-se e disse baixinho: estrela do mar
Sou a estrela do mar
só a ele obedeço, só ele me conhece
só ele sabe quem sou no princípio e no fim
só a ele sou fiel e é ele quem me protege
quando alguém quer à força
ser dono de mim
Não sei se era maior o desejo ou o espanto
mas sei que por instantes deixei de pensar
uma chama invisível incendiou-me o peito
qualquer coisa impossível fez-me acreditar
Em silêncio trocámos segredos e abraços
inscrevemos no espeço um novo alfabeto
já passaram mil anos sobre o nosso encontro
mas mil anos são pouco ou nada para a estrela do mar